E assim eu vou rompendo as barreiras dos quilômetros. A Corpore 25k, no dia 30/05/2010, foi minha primeira prova maior que meia-maratona. Para ter certeza que eu conseguiria, na minha planilha de abril e maio tinha um longo de 20k e outro de 22k no meio dos normais não tão longos (12, 14, 15, 18). No dia em que fiz os 22k, bem, senti firmeza em mim mesma. Mesmo assim, quando vai chegando o dia da prova, dá um frio na barriga: será que vou conseguir correr 25 quilômetros?Afinal, treino não é prova. Em treino, eu paro pra fazer xixi, pra tomar água... Mas na prova eu tive que parar também. Lá pelo final, caminhava um pouquinho enquanto bebia água. Na metadeda prova eu estava ótima, achei até que ia dar para apertar o ritmo. Mas no km 15 meu joelho começou a doer... e permaneceu doendo até o fim. Os últimos kms foram beeeem arrastados. No km 17 eu tive que ir no banheiro. Ainda bem que tinha um posto de gasolina no caminho.
Mas, cara, uma vez que se começou, não há opção. É claro que eu vou conseguir. Qual é a alternativa, parar? Parar por que? Só se eu estivesse com uma dor dos diabos. Nunca pensei em parar. Em prova nenhuma. Meu joelho doía, sim, e por isso eu tinha que ir mais devagar, meio mancando. Mas não era uma dor dos diabos. Ou era? E se um dia for uma dor dos diabos, será que eu vou parar? Não me parece.
Então, mesmo com joelho doendo e parada para banheiro, completei a prova em 2:37:45. Incluindo uns 3 minutos de banheiro, então dá pra dizer que foi em mais ou menos 2:35 - mas tá, tudo bem, não dá pra contar assim. Sem descontar a ida ao banheiro, o ritmo foi de 6:18min/km. Segundo o Garmim, que não contou o pit stop, o ritmo foi de 6:12min/km, e as voltas foram as seguintes:

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