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Friday, July 30, 2010
Monday, July 19, 2010
Meia Maratona do Rio 2010
Tempo oficial: 02:09:36
Ritmo médio: 6:10 min/km
Evolução nos tempos de 21k:
27/09/2009, Meia Maratona das Pontes: 21k em 2:22:30
15/05/2009, longão: 21k em 2:13:44
30/05/2010, Corpore 25k: 21k em 2:12<
18/07/2010, Meia Maratona do Rio: 2:09:36
Ritmo médio: 6:10 min/km
Evolução nos tempos de 21k:
27/09/2009, Meia Maratona das Pontes: 21k em 2:22:30
15/05/2009, longão: 21k em 2:13:44
30/05/2010, Corpore 25k: 21k em 2:12<
18/07/2010, Meia Maratona do Rio: 2:09:36
Ah, o Riío...
Achei o Rio de Janeiro mais civilizado. Talvez porque andei muito de metrô, e metrô é um treco civilizado por default. Se bem que me dizem que o metrô do Rio anda problemático. Toda hora quebra um trem. Pessoas ficam trancadas, plataformas cheias etc. Bem, não aconteceu nada disso nesse último final de semana em que estive lá para correr a Meia. Andei de metrô, peguei o busão de integração até o Leblon, tudo ok.
A única coisa que deu errado foi o taxi que me levaria pra largada. Encomendamos o dito cujo às 21 horas de sábado e fui dormir tranquila. Às 6 da manhã de domingo, quem disse que o táxi chegou? Minha tia ligou para a central e a moça disse que não tinha táxi, simples assim. E ninguém ia nem avisar. Ligamos para mais duas centrais e ninguém tinha táxi... estavam todos ocupados levando o povo pras largadas, como pudemos constatar ao sair de casa. A santa da minha tia me dropou na Barra, ainda bem. Eu tinha passado a noite inteira sonhando que, por diversos motivos, eu não chegava na corrida, desistia, me atrasava etc. Quaaaaase aconteceu de verdade. Não confie em radio taxis no Rio!
Mas deu tudo certo, e que corrida foi pra mim! Eu estava sem a menor expectativa. Depois da dor no joelho na Corpore 25k, um mês quase sem treinar, uma prova de 10k que me inscrevi e não fui, a volta aos treinos de recuperação, e o baixo astral de junho, só queria conseguir completar a Meia do Rio sem dor. Minha treinadora, um pouco descrente pela minha falta de motivação do último mês, sequer me mandou o planejamento da prova. Então fui eu que o fiz, escrevendo os numerozinhos no antebraço. Baseada nos meus tempos da 25k e de um treino de 22k que fiz em maio, planejei para terminar em 2:16, um ritmo de mais ou menos 6:30 por km.
Comecei a prova sem me dar conta que o GPS estava desligado. Consegui ligar no km 3, zerei o cronômetro e comecei nova contagem de tempo. Quando isso aconteceu, eu resolvi desencanar de controlar performance. "Ah, azar, vou é aproveitar o percurso", pensei. Esquece tecnologia, ritmo etc. Isso é coisa de paulista estressado. No Rio, todo mundo é mais relax. As pessoas caminham no meio da prova, se vestem com umas coisas não tradicionais de corrida (bermuda de surfista, top de tigrona etc). Resolvi entrar no clima e relaxar.
Quando zerei o cronômetro, já tinha feito 19 minutos de prova. A partir daí, pra conseguir acompanhar meu planejamento escrito no braço, tinha que somar os 19 min ao tempo do cronômetro. E eu sou ruim de matemática. Ia somando e achando que estava errada, porque os tempos por km iam ficando melhores do que o planejado...
Nessa prova não tive nenhum problema de perder concentração, como de vez em quando acontece, por motivos bizarros. Tipo: algum corredor na minha frente está vestido de um jeito que não gosto e isso me atrapalha. Dessa vez não teve nada disso. Nem muito pensamentinho, nem emoção lacrimosa, nem cansaço, nem dor aguda no joelho. Não caminhei nos postos de hidratação, mas tive que parar uma vez pra fazer xixi. No trecho do Leblon até o final de Copacabana eu me empolguei e foram os kms mais rápidos. Não sei o que aconteceu, mas eu tava endiabrada! Os quilômetros passavam rápido. Só comecei a contar quantos faltam, que é um sinal inequívoco de cansaço, no km 18. E só diminuí o ritmo no último km.
Ao terminar a prova, sentei na grama e fiz a soma final: 19 min + 1:49. E simplesmente não acreditei que tinha feito a Meia Maratona do Rio em 02:08! (Mas vamos esperar pelo resultado oficial, que deve ter a conta certa, além dos minutos perdidos no banheiro).
A organização da prova foi excelente, com exceção da retirada do kit. Uma fila enorme, demorou muito tempo. Mas, durante a prova, nenhuma reclamação. Tinha água gelada a cada 3 kms, isotônico e até carbo gel em um dos postos. Ah, e água gelada também antes da largada, o que é muito importante e eu nunca tinha visto (mas já tinha sentido falta) em nenhuma prova. O clima bolas gigantes com luz colorida + música clássica, no segundo túnel, também foi bem bacana.
Esse resultado me motivou. Eu estava pensando em baixar bem o ritmo do treino depois dessa prova, e descansar. Ainda preciso descansar e diminuir o ritmo, mas agora já estou planejando a próxima meia. Fiquei feliz porque, mesmo com desânimo, preguiça, dificuldade, treinando pouco, comendo trash, meu treino está dando certo. Eu estou mais condicionada e até mais rápida, que é uma coisa que eu não faço a menor questão. Eu não me importo de ficar hooooras correndo, é exatamente isso que eu gosto. Mas me importo se ficar cansada fazendo isso. Então, quanto mais condicionada, posso correr mais com menos cansaço. Pra mim, é muito mais fácil ficar 2 horas correndo do que ficar 2 horas sentada numa cadeira vendo TV...
E, por fim, essa prova é dedicada a minha tia "emprestada" Ana Dorneles - amiga da família há muito tempo, tia de verdade das minhas primas-irmãs, amiga de fé, mulher forte, amorosa e guerreira, que enfrentou um câncer e venceu. E, ainda por cima, foi a heroína que não apenas me hospedou e alimentou, mas também saiu de casa às 6 da manhã pra me levar até a largada e suprir a ausência do táxi - e só por causa dela eu consegui correr a Meia do Rio.
Valeu!
A única coisa que deu errado foi o taxi que me levaria pra largada. Encomendamos o dito cujo às 21 horas de sábado e fui dormir tranquila. Às 6 da manhã de domingo, quem disse que o táxi chegou? Minha tia ligou para a central e a moça disse que não tinha táxi, simples assim. E ninguém ia nem avisar. Ligamos para mais duas centrais e ninguém tinha táxi... estavam todos ocupados levando o povo pras largadas, como pudemos constatar ao sair de casa. A santa da minha tia me dropou na Barra, ainda bem. Eu tinha passado a noite inteira sonhando que, por diversos motivos, eu não chegava na corrida, desistia, me atrasava etc. Quaaaaase aconteceu de verdade. Não confie em radio taxis no Rio!
Mas deu tudo certo, e que corrida foi pra mim! Eu estava sem a menor expectativa. Depois da dor no joelho na Corpore 25k, um mês quase sem treinar, uma prova de 10k que me inscrevi e não fui, a volta aos treinos de recuperação, e o baixo astral de junho, só queria conseguir completar a Meia do Rio sem dor. Minha treinadora, um pouco descrente pela minha falta de motivação do último mês, sequer me mandou o planejamento da prova. Então fui eu que o fiz, escrevendo os numerozinhos no antebraço. Baseada nos meus tempos da 25k e de um treino de 22k que fiz em maio, planejei para terminar em 2:16, um ritmo de mais ou menos 6:30 por km.
Comecei a prova sem me dar conta que o GPS estava desligado. Consegui ligar no km 3, zerei o cronômetro e comecei nova contagem de tempo. Quando isso aconteceu, eu resolvi desencanar de controlar performance. "Ah, azar, vou é aproveitar o percurso", pensei. Esquece tecnologia, ritmo etc. Isso é coisa de paulista estressado. No Rio, todo mundo é mais relax. As pessoas caminham no meio da prova, se vestem com umas coisas não tradicionais de corrida (bermuda de surfista, top de tigrona etc). Resolvi entrar no clima e relaxar.
Quando zerei o cronômetro, já tinha feito 19 minutos de prova. A partir daí, pra conseguir acompanhar meu planejamento escrito no braço, tinha que somar os 19 min ao tempo do cronômetro. E eu sou ruim de matemática. Ia somando e achando que estava errada, porque os tempos por km iam ficando melhores do que o planejado...
Nessa prova não tive nenhum problema de perder concentração, como de vez em quando acontece, por motivos bizarros. Tipo: algum corredor na minha frente está vestido de um jeito que não gosto e isso me atrapalha. Dessa vez não teve nada disso. Nem muito pensamentinho, nem emoção lacrimosa, nem cansaço, nem dor aguda no joelho. Não caminhei nos postos de hidratação, mas tive que parar uma vez pra fazer xixi. No trecho do Leblon até o final de Copacabana eu me empolguei e foram os kms mais rápidos. Não sei o que aconteceu, mas eu tava endiabrada! Os quilômetros passavam rápido. Só comecei a contar quantos faltam, que é um sinal inequívoco de cansaço, no km 18. E só diminuí o ritmo no último km.
Ao terminar a prova, sentei na grama e fiz a soma final: 19 min + 1:49. E simplesmente não acreditei que tinha feito a Meia Maratona do Rio em 02:08! (Mas vamos esperar pelo resultado oficial, que deve ter a conta certa, além dos minutos perdidos no banheiro).
A organização da prova foi excelente, com exceção da retirada do kit. Uma fila enorme, demorou muito tempo. Mas, durante a prova, nenhuma reclamação. Tinha água gelada a cada 3 kms, isotônico e até carbo gel em um dos postos. Ah, e água gelada também antes da largada, o que é muito importante e eu nunca tinha visto (mas já tinha sentido falta) em nenhuma prova. O clima bolas gigantes com luz colorida + música clássica, no segundo túnel, também foi bem bacana.
Esse resultado me motivou. Eu estava pensando em baixar bem o ritmo do treino depois dessa prova, e descansar. Ainda preciso descansar e diminuir o ritmo, mas agora já estou planejando a próxima meia. Fiquei feliz porque, mesmo com desânimo, preguiça, dificuldade, treinando pouco, comendo trash, meu treino está dando certo. Eu estou mais condicionada e até mais rápida, que é uma coisa que eu não faço a menor questão. Eu não me importo de ficar hooooras correndo, é exatamente isso que eu gosto. Mas me importo se ficar cansada fazendo isso. Então, quanto mais condicionada, posso correr mais com menos cansaço. Pra mim, é muito mais fácil ficar 2 horas correndo do que ficar 2 horas sentada numa cadeira vendo TV...
E, por fim, essa prova é dedicada a minha tia "emprestada" Ana Dorneles - amiga da família há muito tempo, tia de verdade das minhas primas-irmãs, amiga de fé, mulher forte, amorosa e guerreira, que enfrentou um câncer e venceu. E, ainda por cima, foi a heroína que não apenas me hospedou e alimentou, mas também saiu de casa às 6 da manhã pra me levar até a largada e suprir a ausência do táxi - e só por causa dela eu consegui correr a Meia do Rio.
Valeu!
Monday, July 12, 2010
Tô empolgada
É minha primeira meia fora de São Paulo, a nuvem negra passou e a vida continuou, estou conseguindo treinar direitinho e o joelho tem se comportado, o percurso beira o lindo marzão do Rio de Janeiro, vou ficar na casa da minha tia fofa, estou empolgada e relativamente bem treinada, um pouco cansada mas depois vou descansar, me sinto emocionalmente preparada, e isso é o mais importante. Domingo, Meia Maratona do Rio de Janeiro. Yeah!
Tuesday, July 6, 2010
Ufa
Que dificuldade. Voltar ao treino depois de ( ) lesão ( ) cansaço ( ) burn out ( ) preguiça ( ) inverno ( ) tristeza - whatever. É difícil.
Mas tamos conseguindo. Semana passada já foi de planilha inteira cumprida. Essa tá sendo assim também. E dia 18 a meia do Rio. E vamos lá.
Mas tamos conseguindo. Semana passada já foi de planilha inteira cumprida. Essa tá sendo assim também. E dia 18 a meia do Rio. E vamos lá.
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